
A prisão em flagrante de Rafael Gonçalves Barbosa, policial penal federal de 42 anos, decorre da acusação de feminicídio, tipificado no artigo 121-A, inciso I do Código Penal.
O crime, investigado como violência doméstica e familiar, resultou na morte de sua companheira por disparo de arma de fogo. As investigações iniciais envolveram a coleta de depoimentos dos policiais militares que atenderam à ocorrência, de testemunhas, da filha de Rafael e de sua ex-companheira, todos ouvidos na delegacia especializada.
Os policiais relataram que, ao chegarem à residência por volta das 4h30 da manhã, encontraram a vítima no banco traseiro do veículo do casal e Rafael pedindo socorro aos vizinhos. A vítima já estava sem vida, apresentando um ferimento por arma de fogo no tórax. No interior da residência, onde ocorreu o crime, foram encontradas duas armas de fogo, munições e substâncias entorpecentes.
Em seu interrogatório, Rafael optou por permanecer em silêncio, utilizando seu direito constitucional. As investigações prosseguem, aguardando os resultados dos exames periciais solicitados ao ITEP para elucidar a dinâmica, os motivos e as circunstâncias do crime. Na ocasião foram solicitados os exames de corpo de delito do local do fato, o exame perinecroscópico, balístico e toxicológico.























